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O pré-evangelismo

Muitas pessoas possuem resistência ao Evangelho. O pré-evangelismo tem a função de reduzir, quem sabe eliminar, estas resistências e impedimentos a fim de que o Evangelho possa ser compreendido claramente.

Como surgem os impedimentos?

  1. Mau testemunho de supostos crentes;
  2. Desconhecimento da Bíblia;
  3. Tradição religiosa;
  4. Experiência religiosa traumática.

Conquistar a amizade e ensinar primeiro os fatos básicos do Evangelho podem reduzir os impedimentos.

 

Perguntas que criam resistência à Fé:

(   ) Como você sabe que Deus existe?

(   ) Por quê Deus permite a dor, o mal e o sofrimento?

(   ) Como você sabe que Jesus Cristo é o Filho de Deus?

(   ) Como você sabe que a Bíblia é de confiança?

(   ) E sobre o conflito entre o criacionismo e o evolucionismo?

(   ) Como os milagres são possíveis?

(   ) Aqueles que nunca ouviram falar de Cristo irão para o céu?

(   ) E quanto aqueles que são seguidores fiéis de outras religiões?

(   ) Pode uma pessoa ir para o céu se tiver uma boa vida de moral?

(   ) A experiência cristã não é apenas uma muleta para as pessoas fracas?

(   ) O que você me diz sobre os cristãos e igrejas hipócritas?

 

Princípios básicos para enfrentar as barreiras contra a fé

  1. Ao aprender como lidar com as barreiras, você fortalecerá sua vida assim como seu testemunho;
  2. Nenhuma pessoa sabe todas as respostas;
  3. Somente porque você não sabe a resposta no momento não significa que uma resposta não exista;
  4. Se você não sabe a resposta, admita: “Eu não sei”. Mas descubra a resposta certa e posteriormente compartilhe sua descoberta com a pessoa;
  5. Evite os dois extremos: uma resposta tão simples e incompleta ou. uma tão complicada e técnica que não se acomode à situação;
  6. Pessoas diferentes e situações diferentes talvez exijam respostas diferentes.
  7. Determine se a barreira existe de fato ou é apenas um subterfúgio (uma desculpa);
  8. Selecione somente uma das barreiras de cada vez e aprenda a como lidar com ela, para depois passar à seguinte.

 

• Às vezes, mesmo que você tenha respondido todas as questões, a pessoa continua resistente.

• Lembre-se: por mais convincente que você seja, há um trabalho que só o Espírito Santo irá fazer.

 

Alcançando os velhos amigos e fazendo novas amizades

 Defina sua área de maior influência:

Provavelmente você é hoje um crente em Jesus porque foi apresentado ao Evangelho por algum parente ou amigo. É assim na maioria das vezes. As pessoas não gostam de dar atenção a estranhos, mas farão isto quando estiverem ouvindo pessoas de seu grupo de amizade ou alguém de sua família. Precisamos investir primeiro nestas pessoas, pois estarão mais acessíveis à mensagem do Evangelho.

 

  1. Escreva o nome de seus amigos íntimos;
  2. Escreva o nome de seus vizinhos;
  3. Escreva o nome de seus colegas;
  4. Escreva o nome de seus familiares;
  5. Escreva o nome de seus parentes.

 

Estes serão os primeiros alvos de oração para o Discipulado.

 

Avaliando nosso grupo de influência:

  1. Os amigos “beira do caminho” – corações superficiais;
  2. Os amigos “pedregosos” – corações duros;
  3. Os amigos “espinheiros” – corações distraídos;
  4. Os amigos “terra boa” – corações receptivos.

 

A nossa tarefa é preparar a terra à semelhança do agricultor. Claro que cada tipo de solo ele dedica um tempo específico. A amizade é ainda a maior chave para abrir corações, pois só um amigo pode entrar no coração do outro para tirar as pedras e espinhos… mágoas, tristezas, ingratidões e incompreensões.

Novas amizades

Uma característica muito importante no Discipulador é a facilidade em fazer novos amigos. É ele quem vai buscar o contato com as pessoas aparentemente isoladas no grupo. O Evangelismo eficaz começa na amizade.

Jesus fez novas amizades. Em Lc 19.1-10 ele é chamado de amigo de publicanos e pecadores. A igreja primitiva deu importância à novas amizades. Em At 2.47 lemos que a igreja caiu nas graças de todo o povo.

Os crentes primitivos aprenderam a conviver em amor. Eles abriam suas casas e comiam juntos, estudavam juntos e oravam juntos. Esta convivência ganhou a amizade dos familiares, conhecidos e vizinhos, e logo eles estavam aceitando a Cristo.

 

Atividades em que poderemos levar interessados e estreitar os laços de amizade:

  1. Encontro de Mulheres;
  2. Encontro de Homens;
  3. Culto Jovem;
  4. Reuniões periódicas de Sociabilidade;
  5. Esportes na igreja;
  6. Encontros da família e do amigo.

 

Aprofunde seus relacionamentos

  1. Ore para ter amor ao perdido;
  2. Dependa do Espírito Santo (Gl 5.25, Mt 10.20);
  3. Aprenda como ser um amigo:
  1. Seja um ouvinte atento;
  2. Encontre meios para servir;
  3. Seja cauteloso nos momentos de crise;
  4. Aprenda com eles;
  5. Permita a eles conhecer também algumas de suas necessidades.

 

Visitas à igreja

  1. As pessoas vão onde são convidadas e ficam onde são bem tratadas

 

Pesquisas revelam como perdemos membros em nossas igrejas:

1%       por morte;

3%       por mudança de endereço;

6%       por outras amizades;

10%     por morarem perto de outras igrejas;

15%     por não terem seus problemas resolvidos;

65%     por serem mal atendidos.

 

Cada pessoa insatisfeita propaga para mais 50 pessoas. Caso ela seja bem tratada, ele propaga para mais 10 pessoas. Portanto, a primeira visita precisa ser uma experiência agradável, e para tanto precisamos tomar algumas providências.

 

  1. Orientação para os introdutores e recepcionistas

a)    Os introdutores receberão o convidado com entusiasmo e interesse para que a pessoa sinta-se à vontade;

b)   Os recepcionistas não devem ficar conversando durante o culto com outros membros da igreja, para não distrair a atenção dos irmãos que estiverem em culto;

c)     Cumprimentar o visitante após o culto, convidando-o a participar das atividades regulares da igreja;

d)    Anotar o nome do convidado e o endereço, para ser apresentado no culto e receber a retribuição de sua visita. A igreja enviará cartas para os eventos especiais;

e)    O convidado passa a ser um crente em potencial.

 

O aconselhamento

Este é um momento muito importante, quando será observado o nível de comprometimento que o novo convertido tem pelo Evangelho. Acontecerá logo após o sinal de que a pessoa quer receber a Jesus como seu Salvador pessoal. Isto poderá ocorrer durante o pré-evangelismo, no Evangelismo, no Discipulado ou em qualquer culto público da igreja. É no Aconselhamento que o Discipulador leva o novo decidido a entender que Deus tem um propósito para sua vida e que depende dele começar a viver segundo este propósito.

Todo Discipulador deve ter condições de aconselhar o novo decidido.

 

O que dizer para alguém que aceita a Cristo em um Culto Público / adaptar para outras situações

Conselheiro / Discipulador: Estou feliz por sua decisão. Qual o seu nome? (Quando o Conselheiro não conhece o Decidido).

Decidido – Maria Helena

C / D: Por quê veio à frente? (A resposta deve indicar se a pessoa já aceitou a Cristo ou se está querendo aceitá-lo).

D: Porque orei, como o pastor disse. Quero perdão. Quero Jesus.

C / D: Reconhece que é pecadora?

D: Sim.

C / D: Quer abandonar agora e para sempre os seus pecados?

D: Quero, sim.

C / D: Quer confiar em Cristo e só em Cristo para a sua  salvação?

D: Quero, sim.

C / D: Quer confiar em Cristo como Senhor (chefe, dono) da sua vida, agora, e para sempre?

D: Quero.

C / D: Quer obedecer a Cristo em tudo?

D: Sim, quero.

C / D: Quer obedecer a Cristo, segui-lo pelo batismo e servir a ele como membro desta igreja?

D: Sim, quero obedecer a Cristo.

C / D: Vamos orar e dizer tudo isso a Cristo em oração.

 

Após o aconselhamento e a oração deverá ser marcada uma visita para início dos estudos bíblicos e do Discipulado. Esta pessoa já está no trilho do novo nascimento.

 

O Evangelismo

A. Evangelismo pessoal

Todo crente em Jesus deve ser capaz de apresentar o Evangelho para outros. Muitas vezes não sabe como entrar no assunto e por isso pensa que falta oportunidade de evangelizar. Este método ensina de forma prática como criar o ambiente para a evangelização pessoal.

 

1.    Um guia para a introdução ao Evangelho

O guia do Discipulador é a sigla FIEL:

a)    Família: Para iniciar uma conversa, um bom assunto é a família, visto que falar a maioria das pessoas gosta de falar sobre isto;

b)    Interesses: Neste ponto, deve-se procurar saber onde a pessoa trabalha, que tipo de atividades ela gosta de fazer etc.

c)     Experiência Religiosa: O objetivo aqui é saber se a pessoa freqüenta alguma igreja;

d)    Levantamento Espiritual: Neste ponto, você fará as seguintes perguntas: “Se você morresse hoje, você tem certeza de que iria para o céu?”. Se ela não responder corretamente, você fará a seguinte pergunta: “Suponha que você estivesse diante de Deus, neste momento, e Ele lhe perguntasse: por quê razões eu deveria deixá-lo entrar no meu Céu? O que você diria? Se ele responder errado continuar com o testemunho pessoal e com o Evangelismo.

2.    Compartilhando o seu Testemunho Pessoal

Após fazer as perguntas acima, o Discipulador precisa estar com seu Testemunho Pessoal na ponta da língua. O propósito do testemunho pessoal é compartilhar a sua experiência de conversão de forma simples e clara.

Davi, “Todos vocês que temem à Deus, venham e escutem, e eu contarei o que ele tem feito por mim” (Sl 66.16).

A Samaritana, “Muitos samaritanos daquela cidade creram em Jesus porque a mulher tinha dito…” (Jo 4.39).

Pedro e João, “Pois não podemos deixar de falar daquilo que temos visto e ouvido” (A 4.20).

Jesus, “…Nós falamos daquilo que sabemos e contamos o que temos visto, mas vocês não querem aceitar a nossa mensagem” (Jo 3.11).

Paulo, em At 22.1-16 e 26.9-23. O apóstolo Paulo conta a história de sua vida, registrando o que aconteceu com ele, antes, durante e depois de aceitar a Cristo.

 

Como?

  1. Seja sensível e disponível para as oportunidades de falar uma palavra de verdade.
  2. Construa seu testemunho ao redor das “áreas frágeis” (áreas de necessidades especiais: relacionamentos quebrados, solidão, medo da morte, doença, problemas familiares, a morte de alguém amado, culpa etc).
  3. Compartilhe Cristo de maneira clara:

a)    Seja breve;

b)    Não pregue um sermão;

c)     Não compartilhe o Plano de Salvação;

d)    Não faça apelo;

e)    Não use idéias vagas: “Eu assisti a uma Campanha na igreja, o pastor apelou e eu fui à frente”;

f)     Não use o “Evangeliquês”: “Irmão! Na hora da oração intercessória o diácono cheio da unção do Espírito me deu uma palavra abençoada!”

g)    Diga sempre “minha” e “mim” em vez de “nosso” e “nós” quando se referir a si;

h)    Você pode citar vários versículos;

i)      Não demore mais do que dois minutos;

j)     Seja positivo e agradável;

k)    Seja você mesmo. Seja natural;

l)      Conclua seu testemunho usando frases como: “Agora eu tenho certeza da vida eterna. Posso lhe explicar pela Bíblia, como você também pode ter?”

Seu testemunho pessoal em quatro perguntas:

  1. Como era minha vida antes de receber Jesus Cristo em meu coração?
  2. Como eu percebi que precisava aceitar a Jesus Cristo?
  3. Onde e como eu aceitei a Jesus Cristo em minha vida?
  4. Como é minha vida desde que eu aceitei a Jesus Cristo?

 

O poder do testemunho pessoal: Quase 100% dos membros das igrejas evangélicas vieram a Cristo por intermédio de um amigo ou parente.

 

3. O Plano de Salvação

Nós podemos utilizar algumas literaturas já preparadas para este fim. Um bom exemplo é o folheto “Como ter a vida eterna” ou “As quatro leis espirituais”. Com o tempo, cada um vai encontrando sua forma própria de apresentar o Plano de Salvação utilizando versículos bíblicos como base. O mais importante é que tenhamos facilidade de mostrar, pela Bíblia, como um homem perdido pode ser salvo por Jesus.