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Viva em Comunhão diária com Cristo:

Importância (Jo 15.1-11);

  1. Como iniciar:
    • Marque uma hora e um lugar (Mc 1.35);
    • Decida sobre um tempo mínimo;
    • Elabore um plano devocional.
  2. Use uma lista de oração (Sl 5.3, I Sm 12.23);
  3. Mantenha-se sempre em comunhão (I Ts 5.17);

 

Aprenda a Palavra de Deus (Cl 3.16):

  1.  Os propósitos básicos das Escrituras (II Tm 3.15-17);
  2. Um plano de estudo abrangente:
    • Tenha uma visão global;
    • Observe o contexto;
    • Aprenda a mensagem central de cada livro;
    • Aprenda os detalhes das passagens importantes;
    • Decore os versos-chaves.
  3. Desenvolva seu plano de estudo individual
    • Consulte várias traduções;
    • Defina um plano de estudo.

 

Conheça um pouco de hermenêutica:

Deus quando inspirou a cerca de 40 homens a escreverem as Escrituras, Ele desejava se fazer entender. Com toda certeza, seu objetivo não fora ser complexo demais e muito menos contraditório. Em geral, a despeito do Apocalipse, Deus foi claro no seu ensino. Toda Palavra revelada possui a interpretação de Deus para ela – a motivação do Senhor quando inspirou estes homens a escrevê-la. Nosso dever é procurar esta razão – o que Deus quis nos dizer quando nos deixou cada um destes livros com e assuntos tão particulares!

O que é a Hermenêutica? A arte de interpretar textos, segundo o dicionário. No entanto, a hermenêutica da qual nos ocuparemos faz parte da Teologia exegética, ou seja, a que trata da reta inteligência e interpretação das Escrituras bíblicas.

Regras Básicas da Hermenêutica

A regra fundamental: A Bíblia interpreta a própria Bíblia! As Escrituras são seu melhor intérprete. Compreenderás a Palavra de Deus melhor que de outro modo, comparando uma parte com outra, comparando o espiritual com o espiritual (1 Co 2.13). O que eqüivale a usar a escritura de tal modo que venha a ser ela seu próprio intérprete.

 1ª. É preciso, o quanto possível, tomar as palavras em seu sentido usual e comum. Em Gn 6.12, lemos: “Porque toda carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra”. Tomando aqui as palavras carne e caminho em sentido literal, o texto perde completamente o sentido. Porém, interpretando-as em seu sentido comum, como figuras de linguagem, fica claro. Isto é: Carne em sentido de pessoa e Caminho no sentido de modo de proceder e costumes.

2ª. É necessário tomar as palavras no sentido que indica o conjunto da frase. A palavra fé, originalmente significa confiança; mas também tem outras definições. Lemos de Paulo, por exemplo: “Agora prega a fé que outrora procurava destruir” (Gl 1.23). Do conjunto desta frase vimos claramente que a , aqui, significa crença, ou seja, a doutrina do evangelho.

 3ª. É necessário tomar as palavras no sentido indicado no contexto, a saber, os versículos que precedem e seguem ao
texto que se estuda
. “Quando éramos, estávamos servilmente sujeitos aos rudimentos do mundo” (Gl 4.3, 9-11). Que são os rudimentos do mundo? O que vem depois da palavra no explica que são práticas de costumes judaicos.

 4ª. É preciso se tomar em consideração o objetivo geral do livro ou passagem em que ocorrem as palavras ou expressões
obscuras.
A razão pela qual um livro foi escrito (ou passagem) se adquire, sobretudo, lendo-o e estudando com atenção repetidas vezes, tendo em conta em que ocasião e a que pessoas originalmente foi escrito. Em outros casos consta o motivo no livro ou passagem mesmo, como por exemplo, o de toda a Bíblia, em Rm 15.4; 2 Tm 3.16, 17; o dos Evangelhos em Jo 20.31; o de II Pedro no capítulo 3, verso 2 e o de Provérbios em Pv 1.1, 4. 

5ª. É necessário consultar as passagens paralelas.

a)   Paralelos de Palavras. Quando o conjunto da frase ou o contexto não bastam para explicar uma palavra duvidosa consulta-se outros
textos em que ela ocorre. Por exemplo, em Gl 6.17 diz Paulo: “Trago em meu corpo as marcas de Jesus”. Que eram essas marcas? Nem o conjunto da frase, nem o contexto explicam. Iremos pois às passagens paralelas. Em 2 Co 4.10, encontramos em primeiro lugar, que Paulo usa a expressão “levando sempre no corpo o morrer de Jesus”, falando da cruel perseguição que continuamente Cristo padecia, o que no sindica que essas marcas se relacionam com a perseguição que sofria. Porém ainda mais luz alcançamos mediante 2 Co 11.23, 25, onde o apóstolo afirma que foi acoitado cinco vezes (com golpes de couro) e três vezes com varas; suplícios tão cruéis que, se não deixavam o paciente morto, causavam marcas no corpo que duravam por toda a vida. Consultando, assim os paralelos, aprendemos que as marcas que Paulo trazia no corpo não eram chagas ou sinais da cruz milagrosa ou artificialmente produzidas (tatuagens), como alguns pretendem, porém marcas ou sinais dos suplícios sofridos pelo Evangelho de Cristo.

b) Paralelos de idéias. Para a interpretação correta de textos obscuros, além do paralelismo das palavras, observa-se os ensinos, as narrativas e fatos contidos em textos ou passagens aclaratórios que se relacionem com o dito texto obscuro ou discutível. Ao dizer Jesus: “Sobre esta pedra edificarei a minha igreja”, constitui ele a Pedro como fundamento da igreja, estabelecendo o primado de Pedro e dos papas, como pretendem os papistas? Note-se primeiro que Cristo não disse: “Sobre ti, Pedro“. Nada melhor que os paralelos que oferecem as palavras de Cristo e Pedro,
respectivamente, para determinar o significado deste texto. Em Mt 21.42, 44, vemos Jesus mesmo como a pedra fundamental ou “pedra angular”,
profetizada e tipificada no Antigo Testamento. E em conformidade com essa idéia, Pedro mesmo declara que Cristo [e a pedra que vive, a principal pedra angular, rejeitada pelos judeus, em Sião, esta pedra foi feita a principal pedra angular etc. (1 Pe 2.4, 8). Paulo confirma e aclara a mesma idéia em Efésios 2.20. Argumento maior encontramos em 1 Coríntios 3, 10, 11: “porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo”.

c) Paralelos de ensinos gerais. Para a correta interpretação de determinados textos bíblicos não são suficientes os paralelismos de palavras e
idéias. É preciso recorrer ao paralelo com o teor geral, ou seja, os ensinos gerais das Escrituras. Uma interpretação não pode ferir um princípio bíblico revelado no contexto geral da Bíblia. “O homem é justificado pela fé, sem as obras da lei” – diz as Escrituras. Ora, se desta circunstancia alguém tira em conseqüência o ensino de que o homem de fé fica livre das obrigações de viver uma vida santa e de conformidade com os preceitos divinos, comete um erro, ainda quando consulte um texto paralelo. É preciso consultar o teor ou doutrina geral da Escritura que
trata do assunto; feito isso, observa-se que essa interpretação é falsa por contrariar por inteiro o espírito ou desígnio do Evangelho, que em todas as partes previnem os crentes contra o pecado, exortando-os à pureza e à santidade.

d) Paralelos aplicados à linguagem figurada. As vezes é preciso consultar os paralelos para determinar se uma passagem deve ser tomada ao pé da letra ou em sentido figurado. Várias vezes os profetas nos apresentam a Deus, por exemplo, com um cálice na mão, dando de beber aos que quer castigar, caindo estes por terra, embriagados e aturdidos. (Naum 3.11; Hb 2.16; Sl 75.8 etc). Esta representação, breve e sem explicação em certos textos, encontra-se aclarada no paralelo de Isaías 51.17, 22, 23, onde aprendemos que o cálice é o furor da ira ou justa indignação de Deus, e o aturdimento o embriaguez, assolações e quebrantamentos insuportáveis.

 

Mantenha relacionamentos com outros irmãos (At 2.42-47)

  1.  Perceba que você é uma parte do corpo de Cristo (I Co 12.14-27);
  2. Tenha intimidade com irmãos em crescimento a fim de ser desafiado e nutrido por eles (Rm 1.10-12, Hb
    10.19-25);

 

Permita que o Espírito Santo dirija a sua vida (Ef 5.18, At 1.8)

  1.  A pessoa e o trabalho do Espírito Santo;
    • Quem Ele é (Jo 15.26);
    • O que Ele faz na vida dos não-evangélicos (Jo 16.7-11, 3.5-8);
    • Na vida dos evangélicos (Jo 14.15-17, 26 15.26, Jo 16.13-15, Rm 8.16, 2 Co
      1.21-22).
  2.  O que significa ser cheio de Espírito Santo (Ef 1.13, 3.16-19, 5.18-20, Rm 8.9, Gl 2.20);
  3. Esteja consciente dos toques do “radar celestial” do Espírito Santo (At 8.26-37);
  4. Perceba que somente Deus (através do Espírito Santo) pode atrair não-evangélicos para si mesmo (Jo 6.44);
  5. Esteja consciente dos dons do Espírito que nos são dados para alcançar outros para Ele. (Rm 12, I Co 12, Ef 4);
  6. Estude seus dons e aprenda a maneira como Deus pode usá-los para alcançar outros.

 

Aprenda a lidar com problemas e conflitos

  1. Veja os problemas da perspectiva de Deus (Rm 8.28, II Co 12.7-10)
  2. Descubra o que Deus quer fazer em sua vida através do problema (Tg 1.2-8, I Pe 1.6-7, Jr 6.29-30)